segunda-feira, 21 de março de 2016

Terceiro Texto

O Sistema Irreal
É muito comum fala-se sobre, sem mais enrolações ou que possam degolar de alguma forma todos os nossos aprendizados.
Somos ensinados a amar o sistema, e principalmente a respeita-lo, sem que nenhuma prece impeça de realizar este tipo de coisa.
O sistema nasceu em meados antigos, e humilhou outras pobres almas com riquezas imensuráveis no mundo. Gritou o plural do próprio sobrenome e nasceu na criança perdida, que nascia nas margens dos rios poluídos.
A culpa nunca é do cidadão, é da fábrica, dos dejetos que foram lançados e relançados nessa cadeia que se lasca nos teores de destruição em massa. Assim como tudo se cria, transforma e amplia, o nosso sistema está sendo gerido para cair. Não que isso seja uma boa notícia, caro leitor, as pessoas não estão preocupadas com o meio, mas quantos produtos você pode vim a desejar e comprar – tornando-se um consumista em potencial.
Nesta sociedade percebemos o quanto a nossa voz é um perigo, as armas de contra-ataque mais utilizadas são parte do aprendizado feroz e a admiração por ditadores perigosos como, Joseph Stalin.
É quase arrumar uma briga de ego, quando se trata de colocar em pauta um assunto que deve ser lógico e óbvio.
Nos tais verdadeiros livros de História não está escrito, porém como antiga aluna da rede estadual de ensino, eu percebi por entrelinhas e frases incompletas.
Além disso, é comum você se perder em um mundo lotado e ao mesmo tempo vazio de informações. Não se ensina a Economia de verdade, e é por isso que muitos alunos recorrem à cursos de humanas. Às vezes, querendo se tornar apenas dignos de salvar a pátria, com ideologias que não correspondem a toda sociedade brasileira.
Afinal, o que a sociedade brasileira quer?
Muito se questiona sobre, e é óbvio que eu sendo tão pequena talvez nunca saiba a verdade, mas quando deito a minha cabeça tão agitada no travesseiro, depois de mais um episódio de Friends ou quando terminei de ler um bom livro, eu sonho com a estabilidade. Devemos começar a retirar toda a sujeira que está nas entranhas da política brasileira e lutar pela a democracia de verdade.
E eu rogo ao meu Deus, por ter a minha própria religiosidade, que nos proteja da bandeira sangue e do seu desejo sanguinário de se erguer.
Talvez seja um desejo inadmissível ou ignorante demais para alguns, porém eu tenho os meus próprios pecados que precisam ser perdoados, e as minhas opiniões que se transformam ao longo dos anos.
Eu sou uma borboleta, caro leitor, e talvez ter patinhas assustadoras, asas coloridas demais ou viver pouquinho é chato, mas eu sei: O mundo necessita de uma mudança e estou aqui para começar...
Comigo mesma.
Por: Gabriele Araújo

Vinte e um de março de dois mil e dezesseis.
Abraços da Leitora e até a próxima.
Meu Blog Oficial: leitoraabstrata.blogspot.com.br.

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